Encontramos os destroços metálicos parcialmente enterrados na areia cinzenta da praia ao amanhecer, exatamente como nos relatos antigos de Mary Shelley sobre mistérios esquecidos pelo homem. O formato de disco simétrico desafia a engenharia da nossa era vitoriana tardia. Os homens que me acompanhavam recusaram-se a tocar na estrutura gélida, alegando ouvir um zumbido melancólico vindo das profundezas do metal. Documentarei a autópsia do artefato nas próximas páginas deste diário de campo.